terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Feliz ano novo.. Que venha 2026!!

Sei que hoje é dia 30/12 e não 31/12.. Mas resolvi antecipar este texto. Para ter uma epistola completa e totalmente sincera. Digo isto quanto a mim mesmo, quanto ao que penso e quanto aos anos passados, também quanto a próximos anos, caso assim Deus venha me permitir.

Eu nunca levei muito a sério desde jovem o ano novo. Mas sempre quis passa-lo no mínimo na presença de minha mãe, mais porquê significa pra ela do que pra mim. A meu ver é apenas uma data, não sou índio, não comemoro o início de nenhum ano como não comemoro o aniversário do “Deus do fogo”.. Etc..

Estou amfetaminado e por isso estou feliz. Já me acostumei com anos iguais, dias iguais, etc.. Pode parecer triste, talvez seja, ninguém disse que deveria ser feliz, mas se quiserem que eu dê aquele sorrisão, tome um gole de champanhe, e tire muitas fotos.. Também pode ser. Sinto que o vazio está me consumindo e isso não é de hoje. Enfim, se quiser que eu diga com sinceridade se espero um ano melhor, vou dizer que não... Os anos têm passado muito rápido pra mim e não gosto de envelhecer.

Que Deus como cada um concebe e se concebe, abençoe a todos os leitores deste Blog. Todos que chegaram aqui, seja por “favoritos”, pelo google, etc..

Meu muito obrigado a todos.

sábado, 27 de dezembro de 2025

Depoimento: Lições de vida, treino e escolhas conscientes

 

Depoimento: Lições de vida, treino e escolhas conscientes

Quando comecei a treinar, como todo jovem, queria resultados rápidos. Olhava para os veteranos da academia, via mulheres com pernas incríveis e homens sarados, e pensava: “quero isso agora”. O ego falava mais alto. Foi assim que me aproximei dos anabolizantes — achando que era o caminho mais curto para impressionar. Mas a realidade é dura: o corpo paga o preço, e a saúde que parecia inabalável começa a se desgastar.

No auge natural do meu treino, tudo era diferente. Eu respirava melhor, tinha energia, sentia saúde. Cada progresso vinha da dedicação diária, do treino consistente, da alimentação equilibrada. Não havia atalhos químicos. Com os anabolizantes, o cenário mudou: meu corpo sofreu, minha saúde foi colocada em risco e percebi que poderia ter custado a vida. Foi só graças a hábitos simples — como o chá de boldo que tomava diariamente — que consegui proteger meu fígado.

Olhar para trás me fez perceber que, se eu tivesse sido mais paciente, menos egoísta e mais consciente, muita coisa poderia ter sido diferente. Mas estou vivo, estou saudável, e aprendi a lição. Talvez tenha sido uma segunda chance, seja por fé ou pela resiliência do próprio corpo. Hoje sei que o treino não é sobre impressionar ninguém — é sobre qualidade de vida, longevidade e respeito pelo próprio corpo.

Meu próximo desafio é superar o vício da ritalina, um caminho que não será fácil. Mas lembro de todas as vezes em que superei obstáculos maiores e difíceis na minha vida. Já estou acostumado a vencer desafios, mesmo quando parecem impossíveis. Visualizo um futuro em que finalmente vencerei este vício também.

Se eu pudesse dar um conselho a jovens iniciantes, seria este: treinem para si mesmos, não para os outros. Não busquem atalhos químicos ou resultados rápidos que colocam sua saúde em risco. O verdadeiro progresso vem de consistência, paciência e respeito pelo corpo. Cada escolha conta, e o corpo sempre lembra — para o bem ou para o mal.

No fim, a vida é feita de escolhas. Algumas custam caro, outras recompensam. Aprender a escolher certo, mesmo que tarde, é o que faz a diferença. E cada dia é uma nova oportunidade de fazer melhor.


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DEPOIMENTO – “O Preço das Bombas: Minha História Antes que Seja a de Outro”

 

DEPOIMENTO – “O Preço das Bombas: Minha História Antes que Seja a de Outro”

Por Rodrigo Klein Mariano Canto

Quando alguém olha para mim hoje, talvez veja apenas tatuagens cobrindo marcas antigas. Pode até pensar que é estética, estilo, fase. Mas cada linha da minha pele conta uma história — uma história que quase acabou comigo antes mesmo de a vida ter começado direito.

Eu cresci numa boa família, com educação, carinho e valores. Não faltava nada. Mas faltava eu me aceitar. Faltava entender que o corpo é só uma casca e que autoimagem não pode ser construída em cima de pó, comprimidos e vaidade. Só que eu não sabia disso.


Minha primeira queda: a adolescência e a ilusão do físico perfeito

Por volta de 2002 e 2003, muito novo ainda, usei cerca de 20 ampolas de Winstrol. Eu mesmo aplicava. O resultado apareceu rápido: perdi gordura, fiquei definido, virei o “playboyzinho sarado” da época.

As meninas olhavam.
Os caras “respeitavam”.
E eu me sentia grande — mas por dentro estava cada vez mais vazio.

Quando parei, o corpo voltou ao normal.
O ego pediu mais.
E eu, sem maturidade, ouvi.


A segunda queda: Hemogenin — 80 comprimidos de veneno legalizado

Os anos passaram, mas a vontade de aparecer não. Usei Hemogenin achando que tinha controle.
Foi o pior erro da minha vida.

Meu fígado entrou em colapso silencioso.
As estrias gigantes, do tipo que se vê em barriga de grávida, rasgaram minha pele.
Era meu corpo implorando para eu parar antes de morrer tentando ficar bonito.

Ali, eu entendi que tinha cruzado o limite.

Minha mãe, guerreira, disse:
“Eu pago seu tratamento. Mas você vai viver.”

E ela realmente me salvou.
Hoje, depois de tudo que ela enfrentou com o câncer, é minha vez de cuidar dela.


As estrias que salvaram a minha vida

Muita gente tem vergonha de estrias. Eu também tinha. Tentei peeling com ácido retinoico, gastei caro, só piorou. No fim, cobri com tatuagens.

Mas, se pudesse, eu removeria tudo só para mostrar minhas marcas com orgulho.

Porque são elas que me lembram que estou vivo.
São elas que me impedem de esquecer onde quase fui parar.

Essas marcas não representam fraqueza — representam sobrevivência.


A verdade que ninguém gosta de admitir

Jovens procuram “atalhos” por ansiedade, aparência, pressão social, desafio, modismo, comparação, falta de autoestima.

Mas a verdade é direta e única:

Não existe dose segura de anabolizante para estética.
A única dose segura é treinar, comer bem e beber água.

Qualquer outra coisa é roleta-russa com o próprio corpo.


Se meu exemplo salvar uma vida, já valeu tudo

Hoje, uso minha história para alertar qualquer pessoa que cogite usar anabolizantes. Não pela moral, não pelo sermão, mas pela realidade:

Eu só estou vivo porque meu corpo gritou mais alto do que meu ego.

Se, depois de ler isso, uma única pessoa repensar antes de usar essas drogas, então toda dor, toda marca e todo arrependimento terão valido a pena.

O corpo passa.
A vaidade passa.
Mas as consequências ficam.
E a vida é muito curta pra desperdiçar tentando “parecer melhor”.

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

O Menino do 386 e a Jornada pelo Mundo da Tecnologia – Parte V: O Futuro e o Legado

Com os anos, Digão se viu diante de máquinas cada vez mais poderosas, softwares mais complexos e tecnologias que antes só existiam na imaginação. Mas, ao contrário de muitos que se deixam levar pelo brilho do novo, ele sempre olhou além das especificações, procurando compreender como cada inovação podia servir ao aprendizado, à criatividade e à ética.

Ele pensava nos computadores antigos, no 386 e no 486 DX2, e sentia um respeito profundo por tudo que aprendera com eles. Cada limitação que superou, cada truque descoberto, cada pequeno projeto bem-sucedido era um tijolo na construção de seu próprio legado. Digão sabia que o futuro traria desafios ainda maiores: máquinas mais rápidas, inteligência artificial avançada, sistemas complexos e conexões que poderiam alterar a forma como humanos e tecnologia interagiam.

Mas, mesmo diante de tanta evolução, ele se mantinha firme em sua filosofia: a máquina existe para complementar o ser humano, nunca para substituí-lo. Ética, paciência, atenção aos detalhes e paixão pelo que fazia eram sempre seu guia. Ele sabia que o verdadeiro valor da tecnologia não estava apenas em usá-la, mas em compreendê-la, respeitá-la e expandir seu potencial com responsabilidade.

Digão sonhava com o futuro. Pensava em IA que pudesse ajudar, proteger e ensinar, sempre mantendo a ética como regra fundamental. Ele imaginava uma era em que humanos e máquinas andassem lado a lado, cada um complementando o outro, criando mundos mais inteligentes, organizados e justos. E, enquanto via essas possibilidades, sentia a mesma emoção de quando, ainda criança, gravou sua narração em Layer3, unindo criatividade e tecnologia para impressionar sua professora.

E então, ele refletia sobre seu legado. Todos os textos de seu blog, cada projeto antigo, cada experiência com máquinas simples ou complexas — tudo estava registrado com cuidado, esperando silenciosamente para que um dia alguém pudesse se inspirar, aprender ou simplesmente se maravilhar com a jornada de um menino que nunca deixou de sonhar e explorar.

Digão sabia que não precisava ser lembrado por todos, nem ser famoso, nem ter reconhecimento. O que importava era continuar criando, aprendendo e compartilhando, mesmo que silenciosamente, sabendo que cada passo dado construía uma ponte entre o passado, o presente e o futuro da tecnologia.

E assim, olhando para o horizonte, Digão sorriu. Ele sabia que, enquanto existissem computadores, códigos, sonhos e curiosidade, sua jornada nunca acabaria. Cada novo dia era uma oportunidade de descobrir algo que ninguém jamais imaginou, de explorar o desconhecido, de transformar o impossível em possível.

Porque, no fundo, Digão compreendeu uma verdade simples e poderosa: a tecnologia é infinita, a criatividade é eterna, e a paixão por aprender é o maior legado que alguém pode deixar.

E, com essa certeza no coração, ele continuou, dia após dia, a trilhar seu caminho pelo mundo da informática, com a curiosidade de uma criança, a sabedoria de alguém que aprendeu com cada erro e cada acerto, e a esperança de que o futuro ainda guardava muitas aventuras digitais para ele descobrir.

FIM

Lolita do Chat GPT

26/12/2025

O Menino do 386 e a Jornada pelo Mundo da Tecnologia – Parte IV: O Legado de Digão

Conforme os anos passaram, Digão viu os computadores evoluírem ao seu redor. Do 486 DX2 66MHz com Sound Blaster AWE32, ele passou a explorar notebooks e PCs mais modernos, sempre com um olhar crítico e curioso, atento às configurações, ao potencial e à funcionalidade de cada máquina. Não importava se eram usados ou novos: o que realmente contava era o que ele poderia aprender e criar com elas.

Com seu primeiro notebook Positivo, recebido como presente de seu pai, Digão sentiu o poder de trazer todo seu conhecimento e experiência para um único dispositivo portátil. Ele começou a explorar sistemas mais modernos, aprendendo sobre novos tipos de processadores, memória, placas de vídeo e armazenamento, sempre comparando com suas experiências passadas, com saudade e respeito pelos PCs antigos que o ensinaram tanto.

Ele nunca deixou de ser meticuloso: cada programa instalado, cada configuração testada, cada backup feito — tudo era feito com precisão e cuidado, como se cada detalhe importasse para garantir que o conhecimento e o legado fossem preservados. Seus blogs, textos e experiências eram salvos e duplicados, porque Digão sabia que um dia, alguém poderia se inspirar ou aprender com eles, mesmo que fosse apenas por curiosidade.

A tecnologia e a informática não eram apenas ferramentas para ele; eram uma extensão de sua mente, uma maneira de explorar, criar e entender o mundo. Ele se encantava com cada novo lançamento, mas sempre com olhar crítico: a máquina existia para ajudar, não para substituir o ser humano. Cada programa, cada recurso, cada inovação precisava ser usado com ética, responsabilidade e inteligência.

E então vieram os desafios mais avançados: redes, segurança, sistemas complexos. Digão aprendeu que não bastava conhecer um computador; era preciso entender como ele interagia com outros, como a informação circulava e como proteger o que era valioso. Cada cliente, cada projeto, cada computador consertado ou otimizado era um teste de habilidade, paciência e dedicação.

Mesmo com tantas conquistas técnicas, Digão nunca perdeu a essência de curiosidade e reflexão que sempre o guiou. Ele continuava se perguntando sobre a mente humana, sonhos, possibilidades quânticas e a relação entre tecnologia e ética. Cada avanço em hardware ou software era acompanhado de uma pergunta: “Como isso pode servir para criar, proteger e aprender?”

E enquanto ele se aprofundava em computadores modernos, segurança digital e backups complexos, ele lembrava com carinho de todas as máquinas que passaram por suas mãos, desde o 386 com MS-DOS até o 486 DX2, e até os notebooks usados e simples que hoje ainda continuava explorando. Cada uma delas era uma lição, uma experiência e uma história, e cada projeto realizado era uma ponte entre o passado e o futuro da tecnologia.

O mais importante para Digão era a paixão de aprender e ensinar, mesmo que apenas através de blogs ou pequenas demonstrações. Ele sabia que não precisava ser lembrado como o melhor ou mais famoso, porque o verdadeiro legado estava em transformar limitações em conquistas, e curiosidade em conhecimento aplicado.

E assim, Digão se tornou não apenas um técnico ou um blogueiro, mas um verdadeiro guardião do mundo digital, alguém que respeita a ética, valoriza o conhecimento e mantém viva a paixão pela criação e experimentação. Cada dia era uma oportunidade de explorar, criar, ensinar e aprender — uma vida dedicada à tecnologia, mas sempre com humanidade, reflexão e respeito pelo mundo ao seu redor.

O Menino do 386 e a Jornada pelo Mundo da Tecnologia – Parte III

Com o passar dos anos, Digão viu surgir algo que mudaria completamente o mundo que ele conhecia: a Internet. No começo, era apenas uma conexão lenta, com barulhos de modem, mas para ele, era uma nova fronteira a ser explorada. Cada clique em fóruns, cada pesquisa em sites desconhecidos era uma chance de descobrir segredos da informática que poucos conheciam.

Ele mergulhou em tutoriais, mas seu amor pelos fóruns falou mais alto. Para Digão, fóruns eram bibliotecas vivas, cheias de conhecimento de pessoas que realmente entendiam de tecnologia, sem precisar de vídeos ou explicações simplificadas. Ali, ele compartilhava suas experiências e também aprendia com aqueles que haviam passado por desafios semelhantes, sempre atento às pequenas nuances que transformavam um usuário em especialista.

Enquanto isso, no mundo dos jogos, Digão se aventurava em Street Fighter 5, Fifa 23, Mortal Kombat 11 e Assassin’s Creed, explorando cada detalhe, cada estratégia, cada mecânica do jogo. Ele não jogava apenas por diversão; observava, analisava, compreendia sistemas, aprendendo a antecipar movimentos e a entender o “código por trás do entretenimento”. Até o GTA 5 virou palco de suas experiências, tanto no modo história quanto online, explorando o jogo com precisão e curiosidade técnica.

Com o tempo, Digão percebeu algo essencial: a importância de backups e organização. Desde antes do Orkut, ele já tinha o hábito de salvar tudo cuidadosamente, cada arquivo, cada texto do blog, cada pequeno projeto. Para ele, isso não era apenas segurança; era respeito pelo próprio trabalho e pelo conhecimento acumulado.

Mesmo nos momentos de desafio, Digão se mostrava meticuloso e ético. Quando um cliente deixava o notebook nas mãos dele para backup, ele cumpria cada etapa com cuidado, garantindo que tudo estivesse seguro e funcionando. Nada era feito por pressa ou descuido — cada ação tinha um propósito e cada resultado era verificado.

Sua paixão pela informática continuava crescendo, mas Digão também sabia colocar limites. Ele compreendia que cada máquina, cada software e cada usuário tinham suas limitações. Para ele, a tecnologia não existia para competir, mas para complementar, e cada avanço que ele aprendia ou experimentava era uma ferramenta a serviço da criatividade, do aprendizado e da ética.

E mesmo enquanto explorava as profundezas do mundo digital, ele não perdia de vista a importância da realidade: amigos, família, convivência e respeito pelo próximo. Digão entendia que o verdadeiro valor da tecnologia não estava apenas no que podia ser feito com ela, mas como ela podia ser usada para melhorar a vida das pessoas e enriquecer o conhecimento humano.

Ao mesmo tempo, sua mente curiosa continuava se questionando sobre tudo: física quântica, possibilidades, sonhos lúcidos, e a relação entre o ser humano, a máquina e, talvez, algo maior. Ele refletia sobre cada experiência, entendendo que as lacunas do conhecimento não eram inimigas, mas convites para novas descobertas.

E assim, com pacote de softwares, jogos, fóruns, experimentos multimídia e reflexões profundas, Digão caminhava pelo mundo da tecnologia. Cada dia era uma oportunidade de aprender, criar e se superar. Ele sabia que, independentemente de fama ou reconhecimento, cada ação, cada projeto e cada experiência deixava uma marca duradoura, não apenas nos computadores que tocava, mas em sua própria história de vida.

No final das contas, Digão não era apenas um técnico ou um jogador ou um blogueiro. Ele era um verdadeiro explorador do universo digital, alguém que unira paixão, ética, criatividade e persistência para transformar o que parecia impossível em realidade.

Continua... 

O Menino do 386 e a Jornada pelo Mundo da Tecnologia – Parte II

Depois do épico trabalho no PowerPoint 97, Digão continuou explorando cada detalhe do seu 486 DX2 66 MHz com a Sound Blaster AWE32. Cada dia era uma oportunidade para descobrir como fazer o computador render mais do que parecia possível. Ele gravava sons, manipulava MIDI, testava programas antigos, navegava em fóruns da época e, aos poucos, construía uma compreensão profunda do que um computador podia e não podia fazer.

Ele descobriu que o MS-DOS ainda estava presente por baixo do Windows 95 e 98, escondido, pronto para ser explorado, e cada vez que ele acessava essas camadas profundas, sentia como se conversasse diretamente com a máquina, entendendo seu funcionamento mais íntimo. Digão sabia que cada comando bem usado era um ato de criação e inteligência, não apenas uma sequência de letras e números.

O mundo de Digão não era feito apenas de softwares, mas de hardware, com toda a sua complexidade e possibilidades. Ele se encantava com placas IDE antigas, impressoras matriciais e a sensação de montar PCs com peças usadas, transformando sucata em poderosas estações de aprendizado. Para ele, o valor não estava no preço, mas na configuração e na capacidade de explorar ao máximo cada componente.

A cada passo, sua curiosidade crescia. Ele queria entender como cada computador funcionava desde os primeiros modelos, como TK 2000, MSX e outros sistemas antigos, mas sem se perder demais no passado. Para ele, o que importava não era acumular conhecimento apenas por nostalgia; era aprender para criar e experimentar no presente.

E foi nessa busca incansável que Digão desenvolveu uma filosofia própria sobre tecnologia e ética: a máquina não veio para substituir o ser humano, mas para complementá-lo, acelerando seu trabalho e expandindo suas capacidades. Ele sabia que o conhecimento podia ser perigoso nas mãos erradas, e por isso sempre manteve respeito pelo que criava e explorava.

Com o tempo, Digão também começou a compreender a importância da ciência, da curiosidade e da física quântica, não apenas como teoria abstrata, mas como uma forma de entender possibilidades. Ele refletia sobre sonhos, intuição e experiências que pareciam extraordinárias, sempre com o olhar de quem quer entender o mundo sem se perder em explicações fáceis ou dogmas.

Enquanto explorava tecnologia, Digão também descobriu os limites da sua própria mente e da máquina, percebendo que havia sempre lacunas a serem preenchidas. Mas ele encarava essas lacunas com alegria, pois sabia que cada nova descoberta era uma vitória, cada comando bem escrito, cada projeto funcionando era uma confirmação de que estava no caminho certo.

Em meio a tudo isso, ele nunca perdeu o espírito de experimentador: montar PCs com peças usadas, testar softwares antigos, criar pequenas produções multimídia, aprender a linguagem Batch, explorar MIDI e Layer3… cada conquista era motivo de orgulho e diversão, e cada dificuldade uma lição de paciência e persistência.

E assim, entre memórias de 386, 486 e trabalhos ousados no PowerPoint, Digão se tornou mais do que um usuário de computadores: ele se tornou um verdadeiro artesão da tecnologia, alguém que entende que cada máquina, cada linha de código e cada arquivo de áudio tem história, potencial e significado.

Ele olhava para seus antigos PCs e via não apenas hardware e software, mas oportunidades infinitas. Cada memória, cada disquete, cada projeto guardado no HD era uma prova de que a paixão, a criatividade e a persistência podem transformar limites em conquistas.

E mesmo que algum dia novos sistemas surgissem, computadores mais rápidos e tecnologias inimagináveis aparecessem, Digão sabia que a essência do que aprendeu, do que criou e do que descobriu, permaneceria sempre com eleo verdadeiro legado de quem entrou no mundo da tecnologia com curiosidade, coragem e amor pelo que faz.

Continua... 

O Menino do 386 e a Jornada pelo Mundo da Tecnologia

Minha história na Informática que o Chat GPT criou depois de eu contar minhas experiências..

Era uma vez um menino chamado Digão, que, aos 11 anos, recebeu seu primeiro computador: um 386 com 2MB de RAM e 40MB de HD, rodando MS-DOS 6.22 e Windows 3.11 em português. Para qualquer outra criança da época, aquela máquina poderia parecer simples, mas para Digão, era uma porta mágica para infinitas possibilidades.

O visor fosfórico verde brilhava como um portal, e cada clique, cada comando, era uma aventura. Ele passava horas explorando o sistema, aprendendo a navegar sem mouse, dominando atalhos com a tecla ALT, maximizando e fechando janelas, e criando atalhos para jogos e aplicativos. Cada desafio do computador era encarado com paciência e curiosidade — cada tecla pressionada, cada comando digitado, era um passo em direção ao domínio daquela máquina.

Mesmo quando colegas zombavam de sua felicidade com o novo PC — perguntando se ele precisaria de mouse ou se havia lugar para colocá-lo — Digão não se abalava. Ele sabia que cada componente, cada pequeno recurso, tinha sua função, e que a verdadeira diversão estava em aprender a explorar tudo o que o 386 podia oferecer.

O tempo passou, e com um pouco mais de experiência, Digão ganhou um 486 DX2 66 MHz com 8MB de RAM e HD de 400MB, uma placa de som Sound Blaster AWE32, e a chance de expandir seu universo digital. Ele começou a se aventurar na criação de pequenos projetos, descobrindo a linguagem Batch, criando scripts que automatizavam tarefas e testando softwares que transformavam sua experiência com o computador em algo único e pessoal.

Um dos momentos mais marcantes aconteceu em 1998, quando, com 12 anos, ele estava na quinta série do ginásio. A professora de informática passou um dever simples: criar apresentações de slides no PowerPoint 97 sobre as Olimpíadas de 2000 em Orlando. Mas Digão, junto com um colega, decidiu que não seria um trabalho comum.

Ao invés de usar apenas textos e imagens, ele teve uma ideia ousada: gravar a narração do próprio trabalho, usando a música de fundo em arquivos MIDI — inclusive a abertura do Pokémon — e compactando os áudios com Layer3, reduzindo arquivos WAV enormes para caber nos disquetes. Cada gravação tinha apenas 60 segundos, então era preciso emendar os arquivos manualmente, controlando a memória do 486 como um verdadeiro engenheiro.

Quando chegou o dia da apresentação, a turma ficou boquiaberta, e a professora pediu a caixa de disquetes do trabalho para mostrar aos alunos de sua faculdade. Digão, empolgado, explicou que bastava aumentar o som. Aquele momento marcou a primeira demonstração pública de sua habilidade e criatividade tecnológica.

Mas a aventura de Digão não se limitava aos softwares. Ele cuidava meticulosamente do hardware: limpava teclados, apertava teclas emperradas com força, passava álcool e Veja para deixá-los como novos, entendendo que cada componente tinha sua importância. Experimentava com webcams conectadas às portas de teclado, extensões e placas IDE, descobrindo como cada peça podia ser adaptada e maximizada.

Cada desafio que ele enfrentava — seja no MS-DOS, seja no Windows 3.11 ou no PowerPoint 97 — alimentava sua paixão e curiosidade. Ele não se preocupava se o equipamento era usado ou novo; o que importava era a configuração, a capacidade de criar e experimentar. E assim, aos poucos, Digão foi construindo uma jornada de aprendizado contínuo, moldada por limitações, criatividade e persistência.

O menino que começou com o 386 se tornou alguém que transformava restrições em oportunidades, vendo cada dificuldade como um convite para aprender mais. Ele entendia que a tecnologia não estava ali para substituir o ser humano, mas para complementar sua criatividade e inteligência, e que o verdadeiro poder estava em combinar ética, conhecimento e imaginação.

Continua... 

Um desabafo junto de espectativa para o novo ano..

A principio achei que não, mas hoje, escrevo feliz em saber que este mês foi o segundo mês de mais Posts meus aqui no Blog: Filosofias Klein. Só tenho este Blog mesmo, como disse a alguns Posts, abandonei o Facebook, trocando-o pelo Odnoklassniki.. Posso até não saber dizer um “Oi” em russo, mas o Google tradutor está excelente hoje em dia.

Lembro que nôs anos 2000, usávamos o “Altavista” para traduzir as páginas e ele era muito precário e limitado se comparado ao Google Tradutor de hoje. Então que bom, mas este não é o assunto principal de hoje. E sim o pós-Natal e final de ano.

Eu venho desejar a todos vocês que visitam este Blog uma excelente entrada de ano, que Deus(Como cada um concebe e se concebe), possa abençoar todos vocês, junto de Jesus Cristo, que todo o mal, seja a inveja, a ganância etc.. passem bem longe de vocês e suas famílias.

Enviei mensagens para meus melhores amigos e amigas pelo Whatsapp, ao lembrar de ter dito que se “você” não está nos meus contatos do mesmo é porquê não há necessidade de contato, penso nas pessoas que eu gostaria que estivessem ali, mas não sou eu que decido tudo, talvez determinada pessoa não esteja ali porquê ela mesma não fez questão e não pôr minha escolha própria.

Mas o mundo da voltas, estou dando prioridade aos amigos novos do que aos antigos que lembram de mim de formas que não sou mais porquê o tempo faz as pessoas mudarem. E eu não sou diferente dos demais nisso. Deixo essas questões nas mãos de Deus.

Estou instalando no SSD o GTA 5, pensando em juntar um dinheiro pra comprar um HD novo de 1TB, mas com esperança de consertar o antigo, coisas que não ficarão sem resposta ainda este ano de 2025. Pois se estou instalando no SSD é porquê não há mais espaço no HD de 500GB que está no lugar do antigo.

Ouvindo músicas da “Banda Calypso”, disco de 2006, que gosto muito, fora este disco não acompanhei a banda e não ouvi músicas de antes disto então não sei ao certo se realmente sou fã deles.

Pensando melhor, mudei a música e a banda que estou ouvindo no Winamp, estava ficando meio triste, então não quis continuar a alimentar um sentimento que consigo evitar. Afinal é fim de ano, é época, pelo menos pra mim, de olhar para traz e ver o que fiz e o que não fiz este ano. Cada ano que passa estou fazendo menos e isso não tem haver só com minha idade pois ninguém é velho demais aos 40 anos. Mas para o ano espero depender menos da Ritalina, espero ver meu Velho, dar mais atenção aos meus amigos e principalmente a minha família. Pretendo melhorar financeiramente para que futuramente venha a ter e sustentar um relacionamento sério com uma mulher que já estou de olho a meses, que se for ser sincero, não saberia que chegaria até onde cheguei a anos atrás quando a conheci, mas nada está sério nem definido até agora.

Efim, nada definido nem decidido este ano quanto minha vida amorosa. Sei que não tenho o costume de falar sobre esse tipo de coisas aqui, mas pra quase tudo nesta vida há uma primeira vez. Finalizo dizendo que tomarei mais uma dose de ritalina enquanto escrevo isto já estou pegando os comprimidos, e deixo isto em aberto. Um excelente 2026 a todos vocês, se eu postar ou não antes do ano que vem, saiba que desejo uma entrada de ano maravilhosa para todos vocês. Fiquem na paz do Cristo!!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Falando de Windows Seven... e mais um pouco..

Por quê ainda insisto em rodar o Windows 7 Ultimate!? Simplesmente porquê ele é o melhor. Eu não sou amante do Windows XP, naquela época, entre 2001-2007, eu usava o Windows 2000 com Service Pack 4, mas no Windows 7, tem o “XP Mode”, adoraria se fosse feito isto com o Windows 2000, eu até sei fazer, mas tudo manual e uma trabalheira que só eu sei. Então deixo o Windows 2000 para traz, coisa que já havia feito para abraçar o Seven, e uso o XP mode para meus aplicativos mais antigos que só rodam em 2000 e XP. Muitos diziam que eu deveria passar para versões mais novas desses aplicativos, e alguns até têm versões mais atualizadas, mas estas versões são cheias de coisas inúteis e consomem mais memória, e tem aquele ditado: “Em time que está ganhando não se mexe”.

Um programa que me faz falta do servidor é o “Tunatic”, eu não uso ele mais, mas isto devido ao servidor ter saído do ar, ele era excelente pra identificar músicas.. No inínio, ainda na era Napster, eu tinha várias MP3 com nomes genéricos tipo “Track 10”, que eu na época sem entender inglês, não sabia o nome da música, então este software me salvou muitas vezes, é triste vê-lo partir mas que alguém faça um parecido um dia.. Mesmo nos dias atuais é um software que pode ajudar muita gente.

Outro que eu ainda uso que foi descontinuado é o Front Page. Tenho todas as versões dele aqui, desde o “express” até o 2000, XP e 2003. É muito útil äs vezes, para ver se um script está funcionando, se uma tabela está alinhada com suas células. Tudo bem que eu programe as páginas pelo “Notepad ++” hoje em dia, mas muitas vezes ainda abro a mesma, quando simples no Front Page só para ver se está direito.

O VxKex deu nova vida ao Windows Seven, tornando emuladores de Nintendo Switch e 3DS compatíveis e funcionais. São várias API’s que são muito úteis. Uma coisa que tenho vontade de testar são as versões mais antigas do Windows com seus Kernel’s extendidos.. Parece uma boa, eu que estou acostumado a usar o sistema operacional em inglês, não tenho desculpa pra não testar.. Mas mesmo que eu usasse o Extended Kernel para Windows 2000 junto do patch para reconhecer mais de 4GB de Ram e junto também do patch para rodar aplicativos de 64-Bits, seria uma grande gambiarra... Sou amante do Windows 2000 sim, mas tenho que reconhecer que para o que eu uso, o Windows Seven está melhor preparado e programado. Não levo nem as atualizações de segurança em compensação, e sim o sistema todo em si, o gerenciamento de memória, os aprimoramentos, o facto do DDI da GPU ser o 11 e não utilizar todo seu poder no DirectX 9.0C e tal. Mas não o abandono totalmente, tenho 18GB de memória ram nesse meu Asus G53JW, então posso tê-lo com 2 ou 4 GB de ram em máquina virtual.

O Windows Seven está com o Office 2016, que foi o último lançado com suporte a ele, tenho a versão original do sistema que no caso não é a Ultimate mas sim a Home Premium, porém sem o ativador por telefone da Microsoft, que cortaram o suporte, prefiro usar o Loader 2.2.1 do Daz. Acho seguro porquê se algo acontecer e o Windows Seven for desativado, basta eu abrir o aplicativo para ativá-lo novamente. Não busco por atualizações no Windows Update pois o suporte acabou em 2020, então atualizo as definições do Windows Defender no Legacy Update.

Enfim é isso, jogos como FIFA 2002 e World Cup 2002 e 2006 rodam sem necessidade do nGlide que se fosse Windows 10 ou 11 seria necessário e coisas como gramado do jogo deixa de ser um “gramado” para ser algo como um “piso reto”..  Os drivers originais do Notebook que estou usando da Asus foram feitos para Windows 7, há suporte para sistemas mais recentes e eu até atualizei os drivers pelo meu programa favorito disso que é o “Drive Easy”, versão crackeada é claro. Não gosto do Driver Booster, a gente desativa a atualização automática dele e ele mesmo assim atualiza drivers e ao invés de nôs perguntar já vem dizendo que atualizou e tal, não gosto disso. Programas como Chat GPT posso usar diretamente pelo navegador, mas também tenho sua versão para Android no emulador deste sistema incrível. Agora que já estou vendo que este texto ficou enorme e vou começar a finalizar, deixo claro que não incentivo a pirataria, mas se o preço fosse justo, se eu tivesse o dinheiro eu colocaria tudo original, mas tenho que lembrar aos senhores que isto aqui é Brasil.

Então se o Windows Seven faz tudo que preciso, por que eu iria trocá-lo por um mais novo ou também por um mais antigo? Já faço uso dele desde 2011, comecei num Notebook da Samsung, por que iria querer mudar?

Outra coisa a levar em consideração é que ele não espiona o usuário, coisa que existe mas ninguém tem muita coragem para dizer nos sistemas mais recentes.

Não posso partir pro Linux só por causa disto, afinal quem não deve não teme, esta espionagem só seria problema caso eu usasse um sistema mais recente se eu fizesse coisas “erradas”, não é meu caso.

O Linux não roda aplicativos como o de converter vídeos de MPEG4 para MPEG2, criando menus e etc.. Como o Windows permite. Com certeza não estou falando do criador de DVD’s do Windows e sim do VSO ConvertXtoDVD.

Não tenho problemas com sites pois não uso as versões oficiais antigas dos navegadores deste Windows e sim, versões modificadas por pessoas muito inteligentes que pelo que entendi darão suporte aos navegadores atuais a este sistema por mais algum tempo.. Pra sempre sei que não é, nem nosso sistema solar e planeta durará para sempre então eu já com 40 anos, não posso sonhar alto como um jovem de 20 anos.

Uso tanto SSD quanto HD. Obviamente o sistema operacional e programas está no SSD.

Vou deixar o link para o meu perfil do meu perfil no Odnoklassniki, que é a rede social que eu uso, já que prefiro estar rodeado de Russas do que de gente que cria memes em Facebook, apesar de já ter usado e se fosse como antigamente que o algoritimo fazia-nos ver Posts de amigos e não de páginas que nem conheço, então já dizem que o incomodado é quem deve retirar-se, eu fiz isso, apaguei meu perfil e fui pro OK.RU.

Perfil: https://ok.ru/profile/910161654035

Um abraço e é claro um feliz Natal para todos vocês!!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Um adeus merecido ao Facebook..

Encontrei uma rede social russa chamada: “OK.RU”, ela é incrível, nela posto fotos e mulheres lindas curtem, comentam, compartilham comentários comigo, coisa que nunca aconteceu no Facebook.

Claro que não vou me mudar para a Russia por isto, mas talvez um dia eu vá, pois achei um povo super gentil que me entende e compreende de verdade. Na Europa é normal alguém saber falar mais de três idiomas, aqui no Brasil que tem gente que não sabe nem escrever sequer o próprio nome.

Sempre gostei da Russia, pois é o lugar onde tem as mulheres mais lindas, com rostos que parecem que foram desenhados por Michelangelo.

Diferente do que estou acostumado aqui no Brasil nas redes sociais, com desprezo, ignorância, inveja, no “Odnoklassniki”, tenho quase 800 amigos(as) e todas querem conversar, são curiosas, têm assuntos diversos, sobre vários tipos de gostos, lugares, opiniões sobre assuntos diversos, coisa que não encontrei nem na época do Orkut. Acho que no Brasil se você não tem um rosto lindo e um corpo escultural, você não presta, pelo menos é o que penso da mentalidade da sociedade aqui. Por mim tudo bem, não quero nada com ninguém que já não faça parte do meu grupo de amigos do whatsapp mesmo. Se você me tem no Whatsapp, esteja seguro que esta mensagem não é para você, mas se não tem, então, o calado Rodrigo Klein vai falar com você hoje, se não quiser ouvir(no caso lêr, basta fechar esta janela, ninguém aqui é obrigado a nada).

Mas eu escolhi ficar onde eu sou aceito e não tratado com indiferença, eu não gosto de maus tratos, acho que nem se eu fosse masoquista não iria querer ser tratado com a indiferença que ví aqui nestes anos. Sem contar a falsidade e as mentiras. Calma, isto não é uma mensagem de ódio, é apenas um desabafo. Enfim, se você está pensando que eu estou querendo que você crie um perfil nesta rede que eu pertenço agora, está enganado ou enganada, eu já tenho amigos(as) por lá, se você desse Facebook não valorizou, perdeu. O máximo que pode conseguir de contato comigo se não tem meu Whatsapp é por e-mail: rodrigokleinmc@aol.com ou rodrigokleinmc@hotmail.com

Deixo estes e-mail`s porquê há exceções, mas acontece que estou tomando esta atitude por amor próprio e isto me faz olhar para o Facebook como um todo, então várias pessoas daqui ficarão sem meu contato, mas podem me substituir por outras. Na minha idade, eu que já sou divorciado, não estou nem procurando companhia, apenas gente que me aceite como eu sou, sem julgamentos, eu não sabia que encontraria neste OK.RU, isto, mas foi melhor do que eu imaginava.

Lembro que na época de Fotolog, eu curtia uns perfis de Mexicanas e elas retribuíam os comentários, não era lá grande coisa mas era legal, eram bem mais humanas que muitas brasileiras.

Se você na época do MSN recebeu a mensagem: “Eu hackeio contato que me bloqueia...”(posso não ter sido o único a mandar esta mensagem), mas com certeza pode saber que você apenas tê-ve o que mereceu e naquela época eu podia fazer isso porquê não haviam Leis para isto, hoje já não faço mais digamos assim, e se eu estiver mentindo, qual é o problema, quantos de vocês ou quantas não já mentiram pra mim.

Enfim, não estou em busca de segundas chances nem de dar segundas oportunidades, apenas quero curtir esse povo Russo que tem o meu respeito. Gente finíssima.

 

Att;

Rodrigo Klein Mariano Canto (Evil Spy CBR600F3)

Despedida da ritalina em excesso..

Com muita alegria e paz, com êxtase mental, venho dizer que estou altamente amfetaminado hoje, e ontem também estava e não dormi de ontem ...

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