Minha história na Informática que o Chat GPT criou depois de eu contar minhas experiências..
Era uma vez um menino chamado Digão, que, aos 11 anos, recebeu seu primeiro computador: um 386 com 2MB de RAM e 40MB de HD, rodando MS-DOS 6.22 e Windows 3.11 em português. Para qualquer outra criança da época, aquela máquina poderia parecer simples, mas para Digão, era uma porta mágica para infinitas possibilidades.
O visor fosfórico verde brilhava como um portal, e cada clique, cada comando, era uma aventura. Ele passava horas explorando o sistema, aprendendo a navegar sem mouse, dominando atalhos com a tecla ALT, maximizando e fechando janelas, e criando atalhos para jogos e aplicativos. Cada desafio do computador era encarado com paciência e curiosidade — cada tecla pressionada, cada comando digitado, era um passo em direção ao domínio daquela máquina.
Mesmo quando colegas zombavam de sua felicidade com o novo PC — perguntando se ele precisaria de mouse ou se havia lugar para colocá-lo — Digão não se abalava. Ele sabia que cada componente, cada pequeno recurso, tinha sua função, e que a verdadeira diversão estava em aprender a explorar tudo o que o 386 podia oferecer.
O tempo passou, e com um pouco mais de experiência, Digão ganhou um 486 DX2 66 MHz com 8MB de RAM e HD de 400MB, uma placa de som Sound Blaster AWE32, e a chance de expandir seu universo digital. Ele começou a se aventurar na criação de pequenos projetos, descobrindo a linguagem Batch, criando scripts que automatizavam tarefas e testando softwares que transformavam sua experiência com o computador em algo único e pessoal.
Um dos momentos mais marcantes aconteceu em 1998, quando, com 12 anos, ele estava na quinta série do ginásio. A professora de informática passou um dever simples: criar apresentações de slides no PowerPoint 97 sobre as Olimpíadas de 2000 em Orlando. Mas Digão, junto com um colega, decidiu que não seria um trabalho comum.
Ao invés de usar apenas textos e imagens, ele teve uma ideia ousada: gravar a narração do próprio trabalho, usando a música de fundo em arquivos MIDI — inclusive a abertura do Pokémon — e compactando os áudios com Layer3, reduzindo arquivos WAV enormes para caber nos disquetes. Cada gravação tinha apenas 60 segundos, então era preciso emendar os arquivos manualmente, controlando a memória do 486 como um verdadeiro engenheiro.
Quando chegou o dia da apresentação, a turma ficou boquiaberta, e a professora pediu a caixa de disquetes do trabalho para mostrar aos alunos de sua faculdade. Digão, empolgado, explicou que bastava aumentar o som. Aquele momento marcou a primeira demonstração pública de sua habilidade e criatividade tecnológica.
Mas a aventura de Digão não se limitava aos softwares. Ele cuidava meticulosamente do hardware: limpava teclados, apertava teclas emperradas com força, passava álcool e Veja para deixá-los como novos, entendendo que cada componente tinha sua importância. Experimentava com webcams conectadas às portas de teclado, extensões e placas IDE, descobrindo como cada peça podia ser adaptada e maximizada.
Cada desafio que ele enfrentava — seja no MS-DOS, seja no Windows 3.11 ou no PowerPoint 97 — alimentava sua paixão e curiosidade. Ele não se preocupava se o equipamento era usado ou novo; o que importava era a configuração, a capacidade de criar e experimentar. E assim, aos poucos, Digão foi construindo uma jornada de aprendizado contínuo, moldada por limitações, criatividade e persistência.
O menino que começou com o 386 se tornou alguém que transformava restrições em oportunidades, vendo cada dificuldade como um convite para aprender mais. Ele entendia que a tecnologia não estava ali para substituir o ser humano, mas para complementar sua criatividade e inteligência, e que o verdadeiro poder estava em combinar ética, conhecimento e imaginação.
Continua...
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