sábado, 26 de novembro de 2005

O Anjo vampiro e a matilha de lobos-vampiros – Pt. 2

 

        Finalmente, depois de vários meses, estávamos prontos para ir a luta, ao longo do tempo percebi que só eu e doze lobos não seriamos pálios para os Anjos, então reuni mais, agora éramos um exercito, nasceram asas negras em todos os outros que eu transformei, iguais as daquele lobo, não sabia o porque, mas isso era muito bom, assim poderíamos ir pelo ar ao invés de esperarmos eles virem e estávamos muito, muito zangados. Eu ainda não sabia qual era o objetivo dos Anjos. Por que atacar os lobos e a mim? Acredito que tinham raiva de mim por ter nascido diferente deles, mas os lobos nem sabiam ao certo com quem estavam lidando.
        A matilha estava dividida em cinco grupos de vinte, estávamos próximos uns dos outros para qualquer surpresa. Resolvemos que na noite seguinte atacaríamos, em nome dos antigos e tínhamos esperança de encontrar doze dos nossos lá em cima.
        Fomos dormir, os lobos na floresta, numa área que era só deles e eu fui indo pra minha caverna, pro meu lar. Quando estava chegando notei que havia algo diferente, era como se alguém tivesse passado por ali. Entrei bem devagar e me deparei com uma vampira. Era muito parecida comigo, parecia ser uma Anja Vampira, suas asas não eram iguais as minhas, mas eram parecidas, e seu sorriso deixava claro que era uma vampira. Incrível! Eu não acreditava no que estava vendo, eu nunca havia visto alguém como eu antes. Ela parecia estar cansada, deve ter vindo de longe, dava pra perceber que estava precisando de sangue, mas, o que ela queria comigo? Seria suicídio me atacar naquelas condições. Nós vampiros por mais fortes que somos, sem sangue não vivemos, um vampiro com pouco sangue é igual a um inocente gatinho, é fraco e indefeso. Resolvi iniciar um dialogo, afinal, ela estava em meu lar.

- Quem é você? O que faz aqui? Eu perguntei.

- Acalme-se, não sou sua inimiga, eu vim ajuda-lo! Ela disse.

- Mas como posso confiar em você?

- Eu sou sua mãe...

Eu realmente não esperava ouvir isso, mas ela parecia estar dizendo a verdade. Conversamos muito e realmente era minha mãe, havia vindo de longe e passado por diversas batalhas, contei a ela sobre a matilha e sobre os Anjos que nos atacaram.

- Sinto ter chegado tarde para lhe alertar meu filho, mas a guerra ainda não acabou.

- Guerra? Que guerra? Mesmo que agora eles tenham laço de sangue comigo, eles são inocentes, um lobo nunca faria mal a alguém.

- Filho, você está passando por transformações, está ficando cada dia mais forte.

- Mas mamãe, por que de tudo isso? Por que os anjos nos odeiam tanto? Eles têm que pagar por isso, eu e a matilha iremos ataca-los amanha, e sentirei prazer em acabar com eles.

- Isso não é tão simples quanto você acha, os anjos estão divididos—

- Vou acabar com todos que puder!

- Acalme-se! Você sabe que os Anjos são protegidos por—

- Se tiver que desafiá-lo, eu o farei. Venha conosco, teremos mais chance com você do nosso lado. Ouça com atenção, eu acredito que aqueles doze que foram levados ainda estejam vivos, eu quero resgatá-los.

- Como eu lhe disse, você está cada dia mais forte. Você é um Anjo Vampiro muito poderoso, eu não tenho noção do tamanho poder que você tem, mas, não és mais forte que o criador entenda isso!

Comecei a ouvir o uivo dos lobos, mas não era a hora, era para todos estarem dormindo, nosso ataque seria amanhã. Será que estariam em apuros?

- Mamãe, os lobos, eles não uivariam assim se não tivessem um serio problema, não sei quanto a você, mas eu irei ajuda-los, seja contra quem eu tiver que lutar, eu lutarei!

- Eu irei com você meu filho, vamos!

        O céu estava vermelho, estava chovendo fogo! Só havia um anjo, mas esse era diferente de todos os outros. Esse não era um Anjo Vampiro, era um Anjo com asas negras e mau, muito mau.

 

        Vi muitos de meus amigos o atacando, mas foi tudo em vão, foram massacrados, cortados em fatias. Esse não era o líder dos anjos que nos atacou da ultima vez, ele teve a ousadia de vir sozinho, decidi atacá-lo.

Gritei:

- Amigos recuem, ele é meu, vou acabar com ele!

Com muito ódio eu coloquei minhas garras para fora e fui ao ataque. Eu não conseguia acertá-lo, ele era muito rápido, mas havia algo muito errado nisso tudo. Ele não estava me atacando, estava apenas desviando de meus golpes.

- Não vai conseguir, pare ou terei que matá-lo. Ele disse.

- Matar-me? Seu palhaço tente se puder! Eu falei.

Ele tinha razão, eu não iria conseguir, mas não poderia deixar de tentar, e eu tinha um plano, se pelo menos pudesse atrasá-lo, poderia dar tempo dos lobos fugirem.

- Eu vim fazer-lhe um convite, venha comigo vingar a morte de seus amigos antigos, essa matilha que você fez não é de nada, você sabe que o que realmente quer é os antigos de volta, eu posso lhe devolvê-los, alie-se a mim. Ele disse.

- Quem é você e o que você quer?

- Sou Lúcifer, eu sou Deus, ajoelhe-se diante de mim e me chame de pai.

- Nunca seu maldito! Você me expulsou do céu, mas não vai me expulsar daqui.

- Se você é tão poderoso como diz ser, por quê não duelamos apenas eu e você?

- HÁ, HÁ, HÁ, HÁ, HÁ, você é muito engraçado, mas se é assim que quer, pouparei seus amiguinhos, já que não quer me servir você não me serve de nada. De qualquer forma eu iria te matar depois.

            Parou de cair fogo dos céus, pelo menos ele parecia ser honrado, eu me concentrava, pensando em como vencer enquanto ele afiava sua espada.

- Ainda a tempo de você fugir Anjo Vampiro, corra, se esconda, eu realmente sou mau como você pensa, mas não ataquei você e sua matilha com um exercito de anjos, eu vim sozinho.

Nisso ele tinha razão mas—

- Filho, não acredite nele, ele não é Deus, ele é um anjo rebelde, Deus nunca o expulsaria do paraíso, ele só quer te enganar, os anjos que os atacaram eram aliados dele, eu cheguei anos tarde para avisá-lo sobre isso porque ele me trancou numa cela perto da sua, felizmente pude sair e derrotar todos aqueles anjos do mau, mas eu estava muito fraca para libertá-lo e sabia que você logo acordaria e conseguiria sair dali. Agora saia, você não é palio para ele, deixe isso comigo.

- Lúcifer venha, eu vou acabar com você! Ela disse.

- Hum, que família bonita, suas cabeças enfeitarão uma mesa um dia.

Mamãe lutou contra ele bravamente, esse tempo que eu o distrai deve ter servido pra ela se alimentar, mas ainda não estava com força total, ela sabia disso. Não pude ajudá-la, ela era tão rápida quanto ele. Fiquei olhando, mas durou poucos segundos e ela caiu. Tudo estava perdido. Eu não era palio para ele, talvez fosse melhor desistir, mas isso não era o certo a se fazer.

            De repente ele chutou minha mãe que estava caída pro meu lado, que ódio que eu senti, ela estava muito ferida, ainda estava viva, mas precisava de cuidados logo se não o pior poderia acontecer.  Até que, percebi, foi muito fácil fazer esse cara parar de atacar os lobos, talvez se...

- Amigos, todos vocês que ainda conseguirem voar, andar, rastejar, o que for, ataquem! Nós podemos vencer!

- O que? Eu vou acabar com todos eles seu idiota.

Começou a chover fogo novamente, mas meus amigos não se amedrontaram, foram ao ataque e eu também. O plano estava funcionando, ele não conseguia dar conta de todos nós ao mesmo tempo, ele estava cada vez mais lento e eu pude acertá-lo várias vezes, alguns de meus amigos conseguiram rasgar sua capa, até que ele caiu. Parecia que estava morto, enquanto andava até mamãe ouvi uma explosão, o desgraçado desintegrou todos os meus amigos, todos haviam virado pó, eu fiquei sem reação. Ele mesmo todo arrebentado teve poder pra dar um golpe tão poderoso. Eu não sabia mais no que pensar, só queria ver o fim daquele maldito, botei as garras para fora novamente e o ataquei, ele estava enfraquecido, estava quase que de igual para igual, por um descuido meu, ele conseguiu me arremessar alguns metros e disse:

- Olhe para traz, sua mãe mesmo ferida está em pé pronta pra lutar, nós dois sabemos que não falta muito para eu matá-la, antes de acabar com você, a matarei, assim talvez você fique nervoso o suficiente para ser palio para mim.

Ele segurou sua espada como se fosse arremessar e a jogou em direção dela. Com ele enfraquecido e sem a espada eu teria chance de vencê-lo, mas nada faria sentido se eu não salvasse minha mãe.

            Pulei o mais alto e rápido que consegui para bloquear a espada. Sentia que meu fim havia chegado, a espada cravou em meu peito e eu cai. O sangue escorria de minha boca.

- HÁ, HÁ, HÁ, HÁ, HÁ, não sabia que você era tão idiota! Ele falou.

Aconteceu como eu queria que fosse, ele se distraiu comigo, ficou rindo por me ver morrendo, ficou prestando atenção em mim enquanto mamãe se recuperava.

Mamãe o mordeu e ele nada pode fazer, ele era um anjo e não um vampiro, nada é capaz de resistir à mordida de um vampiro, mamãe não o matou, mas o deixou paralisado.

- Acalme-se filho, acabou.

- Acabou, eu fui derrotado e a matilha toda também.

- Não meu filho, vou te mostrar que não é bem assim.

Mamãe puxou a espada do meu peito, nossa, isso doeu muito. Com o poder vampírico ela me curou, ela era muito mais evoluída do que eu e me mostrou muitas novidades, o poder de trazer de volta um morto que havia sido imortalizado uma vez foi uma delas. Com o tempo eu aprendi também, podemos trazer todos os cem lobos-vampiros de volta a vida, estava muito feliz. Voamos até a cela que eu estava nos céus e achamos os doze antigos da matilha antiga, trouxemos todos de volta e tudo estava perfeito.

            Finalmente havia acabado, encontramos mais como nós, isso mesmo, mais Anjos Vampiros! Mais lobos-vampiros também apareceram. Nunca mais fomos atacados por anjos rebeldes.

 

FIM

 

Rodrigo Klein Mariano Canto

26/11/2005

domingo, 20 de novembro de 2005

O Anjo vampiro e a matilha de lobos-vampiros – Pt. 1

         Isso faz muito tempo, muito tempo mesmo, foi antes da rebelião dos anjos. Lembro-me como se fosse hoje, eram muitos, estavam ardendo em ódio e eu não sei porque resolveram nos atacar, eu só sabia, que me queriam vivo. Acredito que estavam em um grupo de trinta, vi suas asas brancas batendo no ar e eles descendo, me cercando, coloquei minhas garras para fora e rosnei para que vissem que eu não estava com medo. Fiquei feliz em ver meus amigos lobos chegando, todos os doze da matilha. Mas eu estava cercado e o líder dos anjos resolveu falar.
Anjo: Renda-se. Viemos buscá-lo!
Eu: Me buscar? O que querem comigo seus malditos?
Anjo: Não torne as coisas mais difíceis, renda-se e mande os lobos recuarem.
- Recue matilha! Eu gritei.
        Mesmo a matilha sendo muito corajosa, não teriam a menor chance contra aqueles anjos malditos. Até hoje não sei ao certo porque vieram atrás de mim, mesmo depois de ver suas espadas afiadas, eu quis enfrentá-los. Lutei até não poder mais, lembro-me de ter derrubado uns seis, mas o líder era muito forte, ele me derrotou, antes de desmaiar, vi que bem escondido na mata, estava um amiguinho lobo, ele ainda era um filhote, estava em fase de treinamento, para que no futuro pudesse liderar os outros, esse não era apenas um lobo-vampiro como os outros, esse possuía asas, asas negras iguais as minhas. Ele me olhava como se só bastasse eu fazer um sinal para ele vir, mas ele era muito pequeno e ele sabia que o que eu queria era que ele ficasse lá, para que não o vissem. Seu olhar era triste e me lembrou de quando eu ainda era um menino.
        Eu nasci no céu como os outros anjos, mas eu era diferente deles, minhas asas não eram brancas e meus dentes caninos eram grandes, como o de um vampiro, na verdade, era isso que eu era. E por ser especial fui banido do reino dos céus por Deus. Ele não queria alguém forte como eu por lá, e por obra do destino, mais tarde ele veio a descobrir que o traidor não seria eu e sim Lúcifer, o anjo mais belo e mais inteligente do paraíso, mas isso é uma outra história.
Quando fui banido para a terra me abriguei na floresta, e por sorte um dia a matilha cruzou o meu caminho, não era a matilha que eu conheço hoje, eram seus antecessores. Eram criaturas extremamente amistosas, eles me treinaram e de presente eu os dei a eternidade, isso mesmo, os transformei em lobos-vampiros, agora não iriam mais envelhecer, e nunca morreriam.
        Até que um dia, uma cena como esta que eu estava aconteceu. Os anjos desceram dos céus, onze dos doze da matilha foram derrotados em segundos. O líder ainda estava de pé e eu nada pude fazer, o líder os distraiu para que eu me escondesse, eles acharam que o líder também tinha morrido, mas eu sabia que pelo menos um sopro de vida ele ainda tinha e quando foram embora eu fui ao líder para ajudá-lo, mas ele não ia viver por muito tempo, ele estava sem uma pata e cheio de cortes feitos por aqueles anjos malditos. A imortalidade dada por mim a eles não era forte o suficiente para vencer as espadas dos anjos. O líder viveu o tempo suficiente para me ensinar como ser um novo líder, durante semanas levei sangue para tentar aumentar seu tempo de vida, mas ele não resistiu. Fiquei com muito ódio, pois sabia que só os anjos poderiam nos ferir, para todos os outros éramos imortais. Desde então reuni doze lobos, os transformei em lobos-vampiros e éramos a nova matilha.
        Quando acordei estava numa cela, no reino dos céus. Só não sabia por quê. Mas o lugar estava vazio, era como se eu estivesse ali caído há muito tempo. Levantei-me e vi o quão fraco eu estava, eu precisava de sangue e de um banho. Com o resto de minhas forças quebrei a parede da cela e segurando uma nuvem, planei até a floresta.
        Procurei os lobos em todos os lugares, mas não os encontrei, até que ouvi um uivo. Fui correndo em direção ao som, sabia que era a matilha, mas para minha surpresa, não era a minha matilha, esta era diferente, eram doze e como os antigos também eram lobos-vampiros, porém, esses tinham asas, como eu. Não sabia quanto tempo tinha ficado naquela cela. Esses lobos não eram nada amistosos, latiam muito alto, me cercaram e estavam prontos para me comer vivo, eu nada podia fazer, ainda estava fraco e não poderia contra todos eles. Até que ficaram em silencio, me olhando com os olhos arregalados, o líder deles veio a mim e me disse:
- Seja bem-vindo meu mestre.
Eu o olhei e me lembrei, esse era aquele filhote, mas ele já estava adulto.
- Quanto tempo amigo, você cresceu, já está adulto, mas espere, você está ficando velho, como pode um lobo-vampiro envelhecer? E os outros onde estão? Eu perguntei.
- Naquele dia não foi só você que foi capturado, a matilha inteira foi levada, só restou eu, e eu fiz exatamente o que vós ensinastes caso acontecesse algo com a matilha. Formei outra. Você ficou ausente por mais de dez, anos meu amigo, e a imortalidade que vós me deu, não foi completa, pois eu ainda era um filhote. Todos os outros têm asas como as suas, deve ser porque minha linhagem de sangue estava mais próxima da sua do que a dos outros que foram capturados. Disse ele.
        Enquanto ele falava, eu derramava lagrimas, lagrimas de sangue, pensando em como estariam os antigos. Completei o processo de imortalidade de todos eles para que eu pudesse treiná-los como fiz com a matilha antiga, mesmo triste pela matilha antiga, fiquei feliz com meus novos amigos, com asas, eles poderiam vir comigo me ajudar a trazer os antigos de volta, para que um dia pudéssemos estar todos juntos.
 

Continua.

Rodrigo Klein Mariano Canto
20/11/2005

Entendendo os seres humanos

            Entender os seres humanos é uma coisa impossível. Eu não acredito que alguém o possa fazer. Se você não entende os homens, se você não entende as mulheres, acredite em mim, você não vai entender mais nada depois de ler o que eu escrevi.

As pessoas, sempre habituadas à rotina de sempre, um exemplo: “Acordar, reclamar, trabalhar, reclamar, dormir...”. Se um dia, um computador tiver inteligência artificial suficiente para “falar” e ele te perguntar: “O que irá acontecer comigo quando meu último chip queimar?”, “O que irá acontecer comigo quando eu me desligar para sempre?” Você irá dizer-lhe: “Você será sucata”.Ou “Você vai para um paraíso de computadores, lá você terá de tudo”.Ele pensando dessa forma talvez fique mais aliviado quanto ao seu fim e trabalhe melhor, mas talvez ele sabendo a realidade ele aproveitasse mais o seu tempo.

Uma coisa muito interessante nos seres humanos é que todos nós gostamos de ser cínicos, vamos ver alguns exemplos:

Você está saindo para ir trabalhar, aperta o botão do elevador e quando o mesmo chega, uma surpresa, você não é o único que está indo trabalhar, você diz: Bom dia as pessoas e elas lhe dizem o mesmo, agora vamos analisar, você quer mesmo que todas elas tenham um bom dia? Elas também querem que você tenha um bom dia mesmo? Eu já vi pessoas que se detestam dizendo: Bom dia uma pra outra, será isso educação ou cinismo?

Vamos ver mais um exemplo:

Você está entre amigos, uma amiga sua olha para você e diz: Estou a um mês fazendo uma dieta rigorosa, eu pareço estar mais magra? Mas você percebe que é o contrário, ela está mais gorda, mas eu aposto que você vai dizer que ela está mais magra e mais bonita, e ela, também sabe que está mais gorda, mas o que ela quer é ouvir você dizendo que ela está mais magra. Isso realmente é estranho, mas é algo tão comum, duvido que alguém não tenha vivenciado algo semelhante.

Quantas vezes alguém já lhe disse: Eu estou triste, mas nem sei porque. Consegue entender isso?

Existem pessoas que tem manias estranhas, umas mexem constantemente a cabeça, a boca, o nariz, as sobrancelhas, outras não ficam um só momento sem estalar os dedos.

Muitas perguntas ficam com lacunas sem respostas, se eu te faço a pergunta: “Qual é o sentido de tudo isso, qual é o sentido da vida?”. A não ser que você me diga que não exista ou que você não sabe, qualquer outra resposta que você me der eu vou te fazer três simples perguntas: “Como?”, “O que?” e “Por que?”. E assim irei encurralar você mais cedo ou mais tarde. Então podemos concluir que não entendemos um monte de coisas, algumas como: A vida. Será que alguém entende? Você entende?

 

 

 

Rodrigo Klein Mariano Canto

20/11/2005

Despedida da ritalina em excesso..

Com muita alegria e paz, com êxtase mental, venho dizer que estou altamente amfetaminado hoje, e ontem também estava e não dormi de ontem ...

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