O que dizer de uma, duas ou três redes sociais em que o algoritmo foi feito para repetir postagens semelhantes à de anúncios ou de páginas de influenciadores parecidos com as que você acessou nos últimos minutos? Primeiro pergunto o que aconteceu com as publicações das pessoas da lista de amigos que tenho que clicar uma por uma para ver o que cada uma delas está compartilhando e/ou curtindo.
Ninguém
gosta de propaganda, algumas redes sociais que não direi o nome deixaram isto
claro em seu início, mas com o passar do tempo, diria que ou mudaram de ideia
ou cresceram o olho mesmo.
O artigo
n°10 me garante “Liberdade de expressão”, mas deve ter um asterisco nesta
palavra agora, pois muita coisa foi proibida e censurada.
Em
tempos tão modernos, nos quais pessoas inventam nomes de gêneros, não que isto
me importe, e que se ofenda com tanta facilidade, vemos nossa sociedade
personalizada, com muitos recursos na área da tecnologia e informação, mas com
visão míope. Afinal, não podemos falar o que pensamos, somos obrigados a
aceitar e ai de nós se questionarmos. Uma vez conversei com um amigo sobre o
racismo, se eu chamar uma pessoa negra por nome de cor, coisa que jamais farei,
posso ir pra cadeia, mas eu sou caucasiano, assim dizendo, se me chamarem de “branquelo
azedo”, será que a Lei me ampararia da mesma forma? Oras... Claro que não.
Então vemos injustiça, a Lei que sempre prejudicou o pobre e tenho certeza de
que meu pequeno, porém sincero texto, só será visto por pessoas comuns, aqui no
Facebook ou no meu Blog, pois estará disponível em ambos, um político não perderia
seu tempo comigo, afinal, sou só mais um na multidão.
Vivendo
e aprendendo, na época que eu estudava, quando alguém ofendia ou provocava, eu
ia pra briga, pra isso malhava e treinava, hoje em dia sei que o importante é
conversar e não brigar. Mas quanto menos viril é uma criança, mais sensível ela
será, isso serve pros dois sexos.
Aonde
iremos parar? Uma excelente noite a todos.
Rodrigo
Klein Mariano Canto
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