Mamãe URSA, a Pichorra. Muitos gostam de plagiar textos de sites de mensagens, mas você sabe que eu, mesmo não sendo tão criativo, posso dizer o que sinto com minhas próprias palavras.
Lembro de quando dormia no meio da cama e o papai ficava do lado esquerdo e você do direito. Quando eu acordava cedo, via as meias de vocês num móvel que tinha um espelho redondo.
Em 1987 ou 1988(não tenho certeza), estava na sala de aula, tudo ocorrendo como na rotina.. de repente abriram as cortinas e lá no pátio estavam vocês, quando os vi, fiquei muito feliz, tinha bolo, salgadinhos, refrigerantes.
Eu com raiva por que não queria que alguns colegas participassem...
Quem dera nôs dias de hoje, pudesse comemorar 1 ano de vida minha com vocês dois, coisa que o destino, casualidade e circunstancias não permitirem algo assim nesta vida.
Mas não fico triste nem chateado, quando era adolescente ficava, depois aceitei a realidade e hoje sou feliz por poder comemorar em dois lugares diferentes.
Lembro de muitas festas de criança que fomos e foi divertido. Muitas aqui no prédio, como festa junina, amigo oculto.
Lembro que uma vez, vocês me levaram para “trabalhar” com vocês. Eu estava muito feliz, mamãe, pois você tinha comprado 2 bonecos do cavaleiros do zodíaco e a armadura era de ferro. Mesmo sendo uma réplica perfeita do original, nesses tive que colar as armaduras com super bonde, mas antes, brinquei muito numa sala grande lembro que era carpete com um ar condicionado grandão, e o papai, parecendo um advogado de tanto papel em cima de uma mesa grande.
Num momento fomos para uma sala enorme que tinha uma enorme máquina de tirar Xerox, eu xeroquei e cortei muito dinheiro, mas tive assistência de algumas amigas de vocês, porque o cortador de papel era afiado, a máquina era pesada. Depois no horário de almoço, fui com vocês é claro, lembro que tinha uma ou duas pessoas com vocês. Aí na hora de pagar o papai disse pra um pagar comm aquele dinheiro preto-e-branco, no final dei umas notas pois o papai disse que estava ajudando a interar.
Lembro que uma vez fomos num local que havia locação de bicicletas mas tinha alguma coisa que tinha limite, acho que era a velocidade ou a marcha, e eu queria era correr, nada de obedecer.
Tinha um local que haviam tantos “barquinhos: pedalinhos”, vocês deixava eu pedalar e eu adorei.
Uma vez em Salvador-BA, quando ficamos hospedados na casa da vovó Esperança, vocês me levaram num parquinho que tinha um aviãozinho que rodava muito rápido e quando percebi que o manche dele era de segurar e não de controlar a subida e descida do avião, eu fiquei com medo, chorei e aí pararam para eu sair. Mas o carrinho de bate-bate, tinha uma pista grande oval e os carros eram bbem rápidos, eu manobrava e depois pisava fundo pra dar aquele pancadão nas pessoas mais velhas(geralmente casal).
As comemorações que tivemos com vocês separados não direi .
Ursinha, nada disso aí que eu escrevi, teria a menor graça, tão pouco faria sentido nenhum, se você não estivesse presente. Não me extenderei pois a menssagem já está muito grande, se fosse contar tudo, seriam mais de umas 2 telas de textos.
Te amo Ursinha
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