domingo, 20 de outubro de 2024

Caso Joaquim: A vingança é um prato que devemos comer frio, mas que não podemos deixar congelar

História antiga para alguns, mas eu fui a vítima, eu lembro de tudo até hoje. Porém, esta história é um pouquinho grandinha, por ser necessário citar os detalhes para o leitor entender o que realmente aconteceu. O que se passou naqueles momentos. Vou começar do inicio então..

Num final de tarde, um amigo que morava aqui no prédio, me convidou para assistir o jogo de futsal da escolinha de futebol da escola onde ele estudava, escola na qual eu estudei todo o primário e era aqui perto. Fui eu, ele, um outro amigo e uma garota que ele namorava.

Este amigo que foi conosco não lembro o que foi fazer, mas eu sentei num banco grande de madeira para assistir o jogo e ele ficou se agarrando lá com a namorada.

Tudo normal, tranquilo sem problema nenhum, mas aí então chegou uma galera de um outro colégio e começou a bagunçar e a querer arrumar problemas.. então um home prepotente que era secretário da escola gritou com eles e os expulsou dali. Então qual foi o problema você deve estar se perguntando. O problema é que foi do meu lado e ele quis me expulsar também.

Falei bem alto: “- Vá t0m@r no cl|!!”

Ele desprezível como sempre disse: “A partir de hoje você está expulso deste colégio!!” “- Eu nem estudo aqui” foi o que respondi rindo. Então o homem ficou furioso, eu era menor de idade nessa época, ele não. Então começou a me chamar para resolver lá fora que iria me enfiar a porr@d@. Lá fui eu com ele, mas fiquei com medo pois o segurança da rua estava lá e quando me aproximei ele me empurrou(Ah se fosse hoje). Assustado fui embora, então depois voltei lá com um amigo e minha mãe e até hoje lembro de sua frase: “Pra que faz academia”.

Pra não ficar muito grande vou resumir esta primeira parte da história: Eu saí como o vilão,  xinguei o cara do colégio que não me empurrou segundo ele e pra completar minha irmã foi estudar uns 3 anos nesta escola e eu não ia mais lá ver a maioria de meus amigos.

Mas o tempo passou, caros leitores.

Toda vez que os nós da minha mão arrebendavam ao bater no saco de boxe e ao malhar com mais peso na academia, imaginando esse FUD!D0, chegou o momento.

Em 2006, quase 5 anos depois, eu fui até a porta daquela escola sozinho, não levei meu óculos com medo de quebrar pois estava decidido a arrebentar o canalha. Então cheguei e esperei por quase duas horas. Estava olhando o local para caso precisasse fugir numa eventualidade saber minhas opções. Depois, todos os alunos já haviam ido embora dali, e o sujeito chegou de moto. Como quem me conhece sabe, eu não quebro nada de ninguém, sou justo tenho paciência e se já tinha esperado quase cinco anos, cinco ou dez minutos a mais não seria problema pra mim. Enfim, ele guardou a moto dele, e me perguntou se eu o aguardava pois estava encarando ele desde “o tempo todo”. Eu disse que sim, disse que tinha ido para ele me dar a surra que havia me prometido anos atrás e lhe recordei para onde havia o mandado.

“Joaquim não é?” disse eu.

“NÃO!!! Meu nome é João, sou irmão dele”.

Isso mesmo, ele não teve coragem de dizer que ele era ele. Depois enquanto insistia que ele me desse a surra prometida e ele desesperado não queria brigar, dizendo que não era ele... Apareceram algumas pessoas chamando ele pelo nome e ele dizendo que não era ele. Um senhor que matriculou o neto na escolinha de futebol queria pagar a mensalidade mas nem isso ele queria receber pois dizia chamar-se João.

Ele foi tão frouxo, tão patético, que a raiva acabou passando quando ví numa oportunidade para lhe dar um golpe, mas ele correu igual uma mulherzinha como diziam na minha época.

Isso me deu uma paz de espírito muito grande, não queria mais brigar com ele, o ódio já não existia, meu Ego ficou satisfeito em vê-lo correndo.

Depois fiquei sabendo que ele procurou minha mãe umas 4 vezes com medo que eu fizesse algo com ele. É isso leitor. Sei que hoje em dia se você for bancar o “Durão” com alguém é perigoso pois pode levar chumbo, mas já houve tempo que a voz de quem era realmente Macho, botava juízo na cabeça das pessoas.


 

Um dia especial e feliz - Relembrando os bons e velhos tempos

No segundo semestre do ano de 2001, fui estudar no colégio Wakigawa, que o curso era supletivo, era conhecido como "pagou: passou" e área das piores tipos de pessoas, vou resumir em duas palavras: "Colégio de bandido"; Foi assim que me contaram pelo menos. Eu tive que ir pra lá pois se continuasse na escola técnica "Resende ramel", ficaria reprovado. Enfim, o que quero contar não é bem isso e sim um dia muito feliz que lembro onde muitas meninas me elogiaram, no recreio. Tinham colocado o apelido de "Picachu" em mim e falavam que eu era maturo pois não fazia piadinhas de mau gosto e tal. Mas de fato, era o retorno das aulas depois de duas semanas de férias e eu já estava engajado na academia. Perdi peso, "sequei"... e ganhei bastante massa muscular. Eu nunca tive vergonha de dizer que usava anabolizantes. Eu mesmo me aplicava a ingeção de 1ml de Winstrol no ombro, em frente ao espelho.

O exercício que eu pegava mais peso era o "biceps máquina", pegava 80kg com os dois braços.

De fato estava com físico bem maneiro nesses tempos e nesse dia.Eu tinha acho que 16 anos e não levei nada na maldade, eu era um dos alunos mais novos desta escola. Lembro que chamei a menina mais bonita da sala pra sentar comigo na aula de informática. Lembro de eu acariciando seus bracinhos e suas maozinhas. Acho que foi um dos momentos mais felizes da minha vida. Mas sabia que ela tinha namorado, um homem grandão também, só que já adulto. Já havia visto eles juntos no recreio.

Perguntei pra ela já sabendo a resposta se ela tinha namorado, afinal, queria saber se ela iria falar a verdade. E aí não quis chegar nela. Rapaz, se eu pudesse voltar atraz... depois de 1 ano ela já estava com um outro que não teve respeito igual eu, mas aí eu já não estava mais tão interessante, estava malhando natural.




quinta-feira, 10 de outubro de 2024

Falando um pouco de mim..

 

Caro leitor do meu Blog: “Filosofias Klein”, saiba que sou muito feliz e grato por você estar aqui lendo o que posto. Eu sempre gostei de escrever, hoje vivemos numa sociedade onde a maioria prefere ver vídeos, ouvir música e jogar mas não os julgo. Cada um tem seu gosto.

Mas uma sábia amiga, a que deu a idéia de eu criar este Blog ontem: Leila de Almeida Gravina, sempre me disse: “Quem lê mais, sabe mais”.

Agora voltando ao principal, você irá conhecer todas as minhas idéias e textos neste Blog. Optei pelo Blogspot pois sempre foi na minha opinião o melhor Diretório de Blogs e pelo design simples para todos que tiverem seus computadores e/ou celulares, sejam robustos ou antigos, poderem ter esta experiência.

Muitos falam da época do Orkut, que gostariam de recuperar suas fotos e tal, eu desde 2002 faço backup de tudo, então não sou uma destas pessoas pois tenho minhas fotos, textos, vídeos, músicas, etc.. salvos desde antes do Orkut existir. Apesar de não ser o propósito do Blog, vou acabar dando dicas de informática aqui. Pois é minha profissão. Eu monto, conserto e faço upgrade de computadores. Já estou há alguns anos parado sem clientes, mas é o que amo fazer.

Eu sou divorciado, moro no Rio de Janeiro-RJ, no bairro: Méier.

Uma das coisas que sempre gostei de fazer que acho interessante, desde criança são trocas.

Por exemplo: Estou escrevendo agora apartir de um Netbook, um: “HP Mini 100e”, do ano de 2010, que dei em troca a um amigo um Tablet Positivo novo. Pois precisava de um Computador Móvel. Ele tem 10.1 polegadas, eu com 1.90m fico até estranho mexendo num computador tão pequeno. Mas ele está atendendo muito bem as necessidades e eu já estou acostumado com ele.

Minha primeira troca foi em 1998, eu tinha um “Mega Drive 3” com mais de 10 fitas e então com Jornal Balcão em mãos, liguei para um técnico chamado: Felipe Milessis. Mal eu sabia que seria aí meu inicio na área da informática que é o que mais amo fazer. Troquei este videogame por um computador 386, com 2mb de ram, 40mb de HD e monitor de 12 polegadas fósforo verde.(Não era nem preto-e-branco, era verde-e-preto), mas foi amor a primeira vista.

Na época muitos tinham seus computadores Pentium 100 ou Pentium 133, com Windows 95. O meu era MS-DOS 6.22 com Windows 3.1, mas acha que fiquei triste com isso? Eu amava aquele computador. Tive uns 3 ou 4, tudo fazendo trocas, cheguei a ter um lendário: “TK 3000” que consegui dando um Super Nintendo e uma TV preto-e-branca de carro.

Fiquei tão feliz quando comprei por R$260 um 486 com mouse e tudo, de um amigo mais velho aqui do prédio, com placa VGA de 256 cores, finalmente Windows 95. Chega de digitar tantos códigos!!! Não tinha driver de CD, não existia de DVD. Tinha drivers de disquetes: 3/5 e ¾.Com o tempo, fui comprando disquetes e acabei juntando uma caixa de sapatos inteira só deles, quando consegui um driver de CD usado de 4x e um amigo: Leonardo Pereira, disse que poderia colocar todo o conteúdo de todos os meus disquetes em um só CD, fiquei meio cético, mas ele o fez e até hoje lembro que o CD durou bastante, até emprestar para um outro amigo: Gustavo Afonço que o estragou. Sorte a minha ter guardado os disquetes.

Enfim, neste Post falei um pouco de mim e minha história. Espero que tenha gostado.

Um grande abraço;

Rodrigo Klein Mariano Canto

10/10/2024

Despedida da ritalina em excesso..

Com muita alegria e paz, com êxtase mental, venho dizer que estou altamente amfetaminado hoje, e ontem também estava e não dormi de ontem ...

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